Happy 2016!

No último post de 2015, e com 2016 a aproximar-se rapidamente, quero desejar-vos a todos o melhor neste Novo Ano. Que este seja o ano em que os vossos sonhos se concretizem, em que todos os vossos esforços sejam recompensados… Que todos os dias de 2016 sejam repletos de paz, saúde, amor e felicidade.

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Feliz 2016 para todos!

Encontramo-nos no próximo ano 🙂

Feliz Natal!

Chegou o dia. O dia das mensagens, das prendas, do bacalhau e das rabanadas. Mas acima de tudo, chegou o dia da família. Por isso, desejo-vos a vocês e às vossas famílias um Natal repleto de tudo: de amor, de paz, de saúde e também de alegria.

Feliz Natal!!! 🙂

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Palavras sobre palavras

Já não sei a quantidade de dias ao certo, mas deve andar por volta das duas semanas. Sem dizer uma única palavra. E por isso, caros seguidores do BookShelf, peço desculpa.

Como tentativa de me redimir, hoje vou falar de… palavras, precisamente. Isto porque estamos a chegar ao final do ano, ou seja, está a chegar a altura de selecionar a palavra do ano. A Palavra do Ano é uma iniciativa de uma conhecida editora nacional que tem em conta o que se passou num dado ano e escolhe um conjunto de palavras que são depois sujeitas a votação.

De facto as palavras que têm sido escolhidas nos últimos anos revelam algo sobre este pequeno país que poderia deixar-nos a todos a precisar de terapia. Senão vejamos:

  • 2014 – Corrupção (se esta é a palavra do ano, como conseguimos viver em 2014?)
  • 2013 – Bombeiro (poderíamos pensar que sim, que esta é uma profissão muito nobre e é de louvar que seja palavra do ano… Contudo, a razão da escolha desta palavra não tem nada de positivo, dadas as consequências trágicas dos fogos florestais do verão de 2013)
  • 2012 – Entroikado (isto não é bem uma palavra, e de certa forma não concordo com esta escolha, mas relembra-nos os tempos não muito distantes da Troika, e dos cortes, e da discussão política… o que se mantém até aos dias de hoje, se pensarmos bem)
  • 2011 – Austeridade (já tínhamos percebido em 2011 e mesmo assim votamos no Entroikado em 2012…)

Concluindo… A sério? É isto que nos define? Não há palavras positivas, de esperança ou alegria, que nos motivem a ser melhores e a fazer mais no próximo ano?!

É realmente com muita pena que digo isto, mas não vejo grandes mudanças desde 2011 até agora. Mas tudo pode acontecer, e a palavra “esperança” devia ser mesmo a palavra do ano todos os anos 🙂

Para 2015, e dados os últimos acontecimentos a nível europeu e mundial, eu aposto numa destas: refugiado ou terrorismo. Têm outras? Votem no site e daqui a umas semanas veremos o resultado!

Quanto a mim, e o ano ainda não acabou, a palavra que está no meu top é avião. Como passei de alguém que nunca se tinha aproximado de um a alguém que viaja em trabalho e lazer, que sabe finalmente o que é um check-in e que passa por uma série de países em poucas semanas, é algo que continuo sem perceber. Mas, e acima de tudo, foram experiências espetaculares que nunca irei esquecer. Por isso, avião em 2015 🙂

Em jeito de despedida, proponho que pensem na “vossa” palavra do ano. Que seja positiva, ou que pelo menos traga boas recordações, é o que espero!

Até à próxima 🙂

One of the best

À medida que os dias se tornam cada vez mais pequenos, as imagens da praia ficam novamente para trás e pensamos mais em como deve saber bem passar uns tempos no sofá, a ver um filme ou a ler um bom livro. E falando em bons livros, este entra definitivamente no top 3 das minhas preferências.

:: Special ::

O livro que trago hoje é um dos meus preferidos de sempre. Chama-se “A Doçura da Chuva”, e foi escrito por Deborah Smith. Este livro conta uma história mesmo bonita, e é mais do que o simples “rapaz conhece rapariga, apaixonam-se e vivem felizes para sempre”, embora, obviamente, inclua também um grande romance.

O especial neste livro é a forma como aborda diferentes tipos de amor, e diferentes tipos de pessoas, que se ligam de forma inesquecível e fascinante. Mas vamos à história.

Em primeiro lugar, conhecemos Kara, uma jovem que após perder os pais de forma trágica descobre que foi adotada. Decidida a descobrir a verdade sobre as suas raízes, parte à procura dos pais biológicos. A sua busca leva-a ao encontro de Ben, o dono de um rancho verdadeiramente singular, onde todos os seus ajudantes têm algum tipo de incapacidade física ou mental. No centro da vida do rancho está Joey, o irmão de Ben, também ele um menino especial, que contagia todos em redor com a sua alegria e força.

Ao conhecer Ben e todos os habitantes do rancho, a vida de Kara muda para sempre; conhece o significado da verdadeira amizade, do amor e talvez consiga até obter algumas respostas sobre o seu passado…

Não me canso de elogiar esta história, porque ao fim de contas tem tudo. É triste mas ficamos felizes ao lê-la, por isso recomendo vivamente!

(…) as pessoas querem fazer parte de algo maior, algo mais profundo do que elas próprias. Algo pelo qual valha a pena viver, valha a pena morrer. Algo tão maravilhoso que estão dispostas a correr o risco de serem chamadas loucas, o risco de nadarem sozinhas nas águas mais escuras, determinadas a mergulhar nas profundezas para encontrarem algo especial, algo que possa durar para sempre. Algo que correrão o risco de amar, mesmo depois de esse amor as magoar (…)

Depois deste livro, vai ser difícil manter a fasquia, mas vou dar o meu melhor 🙂

Até à próxima!

27+1

Depois de esta semana festejar mais um aniversário, tenho que confessar que este ano senti um misto de emoções. Isto porque, pela primeira vez na vida e apesar de adorar fazer anos, me senti “atingida” pelo peso da idade.

Ok ok, eu sei que uma parte dos leitores irá pensar “se ainda não fez 30 anos e já sente o peso da idade, como será quando lá chegar?”… Eu percebo, a sério, mas vejam também o meu lado. Não consigo explicar de uma forma melhor, mas fazer 28 anos parece demais para mim.

Com 28 entramos naquela idade em que é “suposto” fazermos isto ou aquilo. Devemos ser responsáveis e começar a pensar no nosso futuro. Fazer planos e se possível concretizá-los (e de preferência, já). Todas estas convenções e ideias fazem com que as coisas que antes fazíamos e eram normais passam a ter uma segunda intenção.

Por exemplo? Ora vejamos: folhear catálogos do IKEA, que para mim sempre foi um ótimo hobby, passa a querer dizer “vou arranjar uma casa em breve”; ver programas de vestidos de noiva no TLC passa a mensagem “quero usar um vestido sem alças no meu casamento”; brincar com um priminho ou com a vizinha do lado diz “estou a fazer figas para ter os meus próprios filhos daqui a nada”. Na verdade, e lamento desiludir-vos família e amigos, não quer dizer nada disto.

Todas estas coisas irão acontecer a seu tempo, mas não porque tenho 28 anos. Irão acontecer… Porque sim! 🙂

Tirando o pequeno detalhe de estar a festejar mais um ano de vida, o meu dia de aniversário foi fantástico. Adorei tudo: os telefonemas, as mensagens, os beijinhos e abraços, os balões, as flores, as prendas… Ainda assim, tenho, porém, que destacar 3 momentos especiais.

  • Os “Parabéns a Você” cantados por um pequenito de pouco mais de 2 anos;
  • A mensagem recebida às 21h10 (do dia 21/10) de uma das minhas pessoas preferidas em todo o mundo;
  • E, last but not least, o meu bolo de aniversário. Angélica (visitem em Angie Clouds Disappear) e Rui, vocês são os maiores! Depois da SMS que mais parecia um texto de blog, que me emocionou a meio do meu dia de trabalho, eis que ontem aparece o meu delicioso e mini bolo, cheio de coisas boas… chocolate, chocolate, e o que era mais? Ah, chocolate! 😀

Depois de no ano passado ter recebido a casa de bolachas (vejam o post Hora B ao quadrado) este ano fui surpreendida, porque não havia realmente uma festa de aniversário, mas mesmo assim o bolo apareceu. E é ótimo! 🙂

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Resumindo, é bom fazer anos. E agora com 28, sinto-me… exatamente como me sentia com 27. E adoro 🙂

Até à próxima!

Avançar para o final

Nos últimos dias já abri algumas vezes esta mesma página e o resultado de alguns minutos de reflexão foi… nada. Estava até com algum receio de simplesmente ter perdido a inspiração.

Hoje, contudo, no meio de toda a confusão que têm sido as últimas semanas, fez-se uma luz. Tudo porque, de repente e no meio do nada, ouvi falar sobre pessoas que vão ler as últimas páginas dos livros antes de lerem o resto da história.

Este é um assunto que para mim não faz sentido. Pronto, eu admito que em certas ocasiões já avancei algumas páginas para ver se a história melhorava alguma coisa. Mas isto, tenho que o dizer em minha defesa, não é o mesmo que ler o final de um livro antes de passar pelas páginas anteriores.

Espera-se que o final de um livro seja o momento em que tudo faz sentido, depois das voltas e reviravoltas da história e dos personagens. Em certos casos, é o final que molda a perceção que temos dos intervenientes, consoante o que eles fazem ou não no final da história.

Assim sendo, qual a finalidade de conhecer a conclusão sem ler a história? Importa mais o destino ou a viagem que fizemos até lá chegar? Se conhecermos a meta, o percurso já estará mais ou menos delineado, por isso perde-se todo a emoção de imaginar o que haverá pelo caminho…

E isto, que se aplica a livros, também é verdade em certas situações da vida real. Este é afinal o objetivo principal do BookShelf: falar de livros mas também do dia-a-dia 🙂

Conhecem já a minha opinião sobre o assunto. Mas se por vezes quiserem ir dar uma espreitadela à página final, sintam-se livres para o fazer. Peço só para não me contarem o final das histórias que ainda tenciono ler… 🙂

Welcome October

Mais uma vez entramos no “meu” mês de outubro. Deixem-me que vos diga, da última vez que passamos por outubro (2014) não poderia imaginar o que 2015 me reservava. Em especial, o mês que acabou de passar, o curtinho setembro.

Normalmente este é o mês do regresso à escola, e no ano passado por esta altura talvez fosse mesmo nisso em que estava a pensar (começa? não começa? já me inscrevi em março, não deveria já ter começado?). Este ano, porém, setembro foi o mês das grandes viagens.

Depois das minhas excelentes e inesquecíveis férias na República Checa + Áustria, chegou a altura de tratar de assuntos de trabalho ao centro da Europa. Acreditam que em pouco menos de 30 dias, e segundo as minhas contas feitas por alto, estive em 5 países diferentes e fiz mais de 10 000 km? Uma loucura, para alguém cuja deslocação mais longa até à data tinha sido ao país vizinho.

Neste vai-vem de viagens, houve um livro que sempre me acompanhou, embora, para ser sincera, por falta de tempo quase não tenha lido. Falo de “A Walk in the Park”, de Jill Mansell, que já tinha lido há alguns anos e foi o meu companheiro de viagem por ser em inglês e ter o formato de livro de bolso (nada de livros de capa dura para andarem aos trambolhões dentro das malas!)

Este livro conta a história de Lara, que após alguns anos de ausência regressa à sua cidade natal. Quando Lara saiu de casa, 18 anos antes, cortou todos os contactos com os familiares e amigos, e agora regressa devido à notícia da morte do pai. Contudo, não regressa sozinha, trazendo consigo a filha adolescente, Gigi. Ao regressar à cidade onde nasceu, Lara irá reencontrar caras bem conhecidas, como a sua melhor amiga Evie, que está prestes a casar, ou o seu ex-namorado, ao qual terá que dar algumas novidades…

Espero retomar a leitura deste livro logo que possível, agora que já não me lembro do final. Pode ser que me surpreenda!

Até à proxima! 😉